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Atividade da indústria paulista sobe 2,6% em junho, aponta Fiesp.

Apesar do resultado positivo, o setor não deve recuperar a queda de 4,1% verificada em 2012.

SÃO PAULO - O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista subiu 2,6% em junho ante maio, na série com ajuste sazonal, informou a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Na mesma base de comparação, na série sem ajuste sazonal, o indicador caiu 1,2%.

Com o resultado, a estimativa da Fiesp é que o indicador feche o ano com alta de 3,2%. "É um resultado muito longe de recuperar a queda de 4,1% de 2012", afirmou o diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da entidade, Paulo Francini. "Olhando no horizonte e buscando sinais de melhorias, apesar no nosso esforço, não conseguimos enxergar sinais de recuperação", disse.

De acordo com Francini, a expectativa de crescimento deste ano é explicada justamente por essa base de comparação fraca. "O resultado do INA, que no acumulado do ano aponta para expansão de 4,3%, vem muito mais dessa base de comparação ruim do que de um desempenho fantástico", explicou.

O economista destaca ainda que estatísticas apuradas mês a mês são "sujeitas a chuvas e trovoadas" e, por isso, o melhor para entender o comportamento e a tendência da indústria é considerar períodos mais longos de análise. No acumulado até junho, o INA apresenta expansão de 4,3% ante o mesmo período do ano passado e na comparação do mês com junho de 2012 o crescimento é de 4,8%. "Os valores são bonitos em relação a 2012. São números que dão uma sensação de vigor, mas por trás desse vigor se esconde uma fraqueza", reforçou.

Setores. De acordo com Francini, três setores merecem destaque no INA de junho: minerais não metálicos, que caiu 0,7% na passagem de maio para junho, na série livre de efeitos sazonais; veículos automotores, que apresentou elevação de 1,3% na mesma base de comparação; e máquinas e equipamentos, que registrou alta de 6,4%.

"A queda em minerais não metálicos se deve principalmente à redução do nível de atividade da construção civil, que apresentou perda de 5,6% entre maio e junho", explicou, ressaltando que "a construção civil mostra sinais de um certo cansaço".

No caso de veículos automotores, o desempenho positivo é atribuído, principalmente, a dois segmentos: ônibus e caminhões. "De acordo com dados da Anfavea, a partir de dados dessazonalizados, a produção de ônibus cresceu 7,5% na margem e a de máquinas agrícolas teve expansão de 2,1%", disse.

Já o setor de máquinas e equipamentos, segundo o economista, ainda apresenta um bom desempenho, pois é "um dos últimos a sentir a redução da atividade econômica". "E também um dos últimos a sentir a recuperação", ressalvou.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) ficou em 81,7% em junho, na comparação com maio, na série sem ajuste sazonal. Em junho de 2012, o nível de utilização estava em 81,4%. Na série com ajuste sazonal, o Nuci de junho deste ano ficou em 81,8%, ante 81,7% em maio. Em junho de 2012, o Nuci estava em 81,3%.

Confiança.

A confiança dos empresários industriais paulistas ficou em 50,6 pontos na pesquisa Sensor de julho, ante os 50,8 pontos na sondagem de junho. De acordo com a Fiesp, dos cinco itens que compõem o Sensor, um apresentou alta em relação à sondagem anterior, dois ficaram estáveis e dois recuaram.

A alta foi registrada em Investimento (de 55,2 pontos em junho para 59,0 pontos em julho). Recuaram os itens Estoque (de 50,0 pontos para 47,2 pontos) e Emprego (de 51,6 pontos para 49,5 pontos). Permaneceram estáveis os itens Mercado e Vendas.

Revisão do PIB.

O economista da Fiesp informou ainda que a entidade decidiu revisar sua projeção de crescimento do Produto Interno Bruto brasileiro (PIB) deste ano de 2,5% para 1,9%.

Carla Araújo, da Agência Estado.